Domingo, 5 de Julho de 2009
Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
Segunda-feira, 1 de Junho de 2009
Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Sábado, 23 de Maio de 2009
Segunda-feira, 18 de Maio de 2009
Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Para quem curte um chazinho...
segue uma receita que o Zubreu passou!!!
http://butterxface.blogspot.com/2009/05/ladies-dreamtea-reciepe-dont-tell-your.html
http://butterxface.blogspot.com/2009/05/ladies-dreamtea-reciepe-dont-tell-your.html
Terça-feira, 5 de Maio de 2009
"O correr da vida esbulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da
gente é coragem."
(João Guimarães Rosa)
aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da
gente é coragem."
(João Guimarães Rosa)
Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
O poema é do Manuel, mas me foi entregue por Cauina
O que não tenho e desejo
É que melhor me enriquece.
Tive uns dinheiros — perdi-os...
Tive amores — esqueci-os.
Mas no maior desespero
Rezei: ganhei essa prece.
Vi terras da minha terra.
Por outras terras andei.
Mas o que ficou marcado
No meu olhar fatigado,
Foram terras que inventei.
Gosto muito de crianças:
Não tive um filho de meu.
Um filho!... Não foi de jeito...
Mas trago dentro do peito
Meu filho que não nasceu.
Criou-me, desde eu menino
Para arquiteto meu pai.
Foi-se-me um dia a saúde...
Fiz-me arquiteto?
Não pude!
Sou poeta menor, perdoai!
Não faço versos de guerra.
Não faço porque não sei.
Mas num torpedo-suicida
Darei de bom grado a vida
Na luta em que não lutei!
É que melhor me enriquece.
Tive uns dinheiros — perdi-os...
Tive amores — esqueci-os.
Mas no maior desespero
Rezei: ganhei essa prece.
Vi terras da minha terra.
Por outras terras andei.
Mas o que ficou marcado
No meu olhar fatigado,
Foram terras que inventei.
Gosto muito de crianças:
Não tive um filho de meu.
Um filho!... Não foi de jeito...
Mas trago dentro do peito
Meu filho que não nasceu.
Criou-me, desde eu menino
Para arquiteto meu pai.
Foi-se-me um dia a saúde...
Fiz-me arquiteto?
Não pude!
Sou poeta menor, perdoai!
Não faço versos de guerra.
Não faço porque não sei.
Mas num torpedo-suicida
Darei de bom grado a vida
Na luta em que não lutei!
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